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Tá difícil contar boas histórias

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Por HEITOR OLIMPIO

Primeira vez escrevendo sobre a rodada de fim de semana dos cariocas. Tá difícil contar boas histórias com esses baixos desempenhos dos times.

No sábado, às 11 horas, o Fluminense abriu o Nilton Santos para receber o Grêmio do Renato Gaúcho, mas o meu sábado começou antes, na verdade, ele emendou com a sexta, por causa do baile funk que “comeu solto” debaixo da minha janela. O que deve ser dito é que dormi muito pouco e que as estruturas da minha janela resistiram bravamente apesar de de vez em quando dar umas reboladas.

Diferente da minha janela, o tricolor carioca não resistiu e, no final da partida sofreu o gol, não, o belíssimo gol do Everton “Cebolinha” e perdeu de 1 a 0.

A noite depois de ter ido na Cinelândia, no centro do Rio aplaudir as minas se manifestarem contra Ele, a mas bonita manifestação que tive o prazer de ir.

Para se ter uma ideia em determinado momento na concentração uma criança se perdeu de sua mãe, foi só anunciar nas caixas de som que o povo sentou no chão e em 2 minutos tudo se resolveu. Não sou “rato de manifestação” , mas essa simples atitude me emocionou bastante.

Fui ao estúdio da rádio Saara assistir o Flamengo tentar curar a ressaca da derrota para Corinthians, duelando contra o Bahia, às 21h, no Barradão. Mas, meu amigo, convenhamos, não se cura ressaca indo para Salvador! Um zero a zero horroroso não digno dos “embalos de sábado à noite”, pareceu mais um filme de terror trash dos anos 90.

Já no domingo, às 16h o Botafogo x São Paulo, produziu o melhor jogo dos cariocas, pelo menos no primeiro tempo. O Glorioso vencia por 2 a 1 quando foi para o intervalo.

Entretanto na volta, o futebol foi para o beleléu e o clube Paulistano só não venceu a partida porque não quis. Conseguiu o empate em 2 a 2 e mais nada.

O Vasco da Gama é um bom retrato do nosso Brasil atual. Vive de uma eleição que nunca acabou e a crise política só o faz se afundar.

Desta forma voou até a Vila Capanema nesta segunda-feira para enfrentar o lanterna Paraná.

O jogo já estava 1 a 1 quando aos 11º do segundo tempo Leandro Castan foi expulso. E o que poderia azedar a paçoca não aconteceu o time volta com um ponto e com as mãos para o céu em ter tido uma rodada que o favoreceu.

E eu que fico aqui esperando bons desempenhos, talvez não veja esse ano.

É por isso que os moleques aqui da Rocinha torcem quase todos para os times europeus.

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