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Triplicam no Rio os casos de chikungunya

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O número de casos de chikungunya no Município do Rio mais que triplicou de um ano para cá. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, de janeiro até o fim de maio deste ano foram 16.286 casos – em 2018, no mesmo período, foram 5.200 registros.

Com o aumento no número de infectados, cresce também a vigilância sobre terrenos baldios e imóveis abandonados – locais onde o mosquito Aedes aegypti consegue se reproduzir. O inseto transmite os vírus da chikungynya, da zika e da dengue.

A chikungunya é uma doença causada por um vírus. O período de incubação (sem dores) é em média de três a sete dias após a picada, e a presença do vírus no sangue persiste por até 10 dias após o surgimento dos sintomas.

A fase inicial da doença é caracterizada por febre de início súbito e surgimento de dores intendas nas articulações.

Outros sinais são calafrios, conjuntivite, faringite, náusea, diarreia, dor abdominal e vômito.

Os sintomas costumam persistir por até 10 dias, mas a dor nas articulações pode durar meses ou anos. Em certos casos, se transformam em uma dor crônica incapacitante.

Não existe tratamento específico nem vacina disponível para prevenção da doença.

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