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Templo Satânico processa Netflix e Warner Bros

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O Templo Satânico, baseado em Salem, no estado americano de Massachusetts, abriu um processo contra a Netflix e a Warner Bros em US$ 50 milhões pela apropriação de uma estátua de Baphomet. A imagem do deus pagão que representa a fertilidade aparece na série “O mundo sombrio de Sabrina”, lançada pela plataforma de streaming no final de outubro. O grupo ativista alega que os criadores da produção não solicitaram permissão pelo uso de imagem da estátua, que é protegida por direitos autorais. Segundo a “BBC”, ambas as empresas se recusaram a comentar o caso.

“Os criadores da série não utilizaram uma imagem genérica, comumente usada em muitos círculos ocultistas, como a criada por Eliphas Levi, mas criaram uma réplica idêntica e facilmente identificável da estátua do Templo Satânico”, afirmaram os representantes do grupo ativista em um comunicado, acrescentando que o símbolo “não pode cair nos caprichos dos estereótipos de entretenimento”.

Uma estátua de Baphomet, que tem uma cabeça de bode, aparece em quatro episódios da série que mostram o interior da Academia das Artes Ocultas, onde a personagem principal, interpretada por Kiernan Shipka, começa a estudar bruxaria. Lucien Greaves, co-fundador do Templo Satânico, publicou em seu perfil no Twitter uma comparação entre a estátua original e a usada na série.
A série é baseada em uma revista em quadrinhos homônima, que também inspirou a série “Sabrina the Teenage Witch” nos anos 1990. A história da adolescente metade mortal e metade bruxa Sabrina Spellman começa com a aproximação de seu aniversário de 16 anos, quando precisa escolher que caminho seguir: dos seus amigos na escola ou da religião de sua família.

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