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Liesa confirma nova virada de mesa no carnaval do Rio

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Em plenária realizada na noite desta segunda-feira, os presidentes das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro decidiram manter a Imperatriz Leopoldinense , penúltima colocada este ano. Foram oito votos a favor da virada de mesa e apenas cinco contra. Jorge Castanheira, presidente da Liesa decidiu deixar o cargo:

— Os itens de pauta eram a aprovação das contas de 2019 e do orçamento para o ano que vem. Foi colocada na pauta a permanência da Imperatriz para o ano que vem, alegando as dificuldades gerais do Grupo de Acesso. Eu não concordo com essa posição. A diretoria da Liga também está se desfazendo e vou tomar as medidas para a transição. Fiz um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) com o Ministério Público e tenho que manter a palavra. Tenho compromisso com o público e com os contratos que fizemos. — afirmou Jorge Castanheira, que estava à frente da Liga desde 2007.

Votaram a favor da manutenção do resultado: Beija-Flor, Viradouro, Vila Isabel , Mangueira e Portela. Outras oito agremiações se manifestaram a favor da permanência da Imperatriz: São Clemente , Paraíso do Tuiuti , Estácio de Sá (Campeã da Série A), Grande Rio , União da Ilha, Salgueiro, Mocidade e Unidos da Tijuca . O documento com o posicionamento das agremiações favoráveis à virada de mesa já chegou à plenária pronto e assinado pelas oito escolas. O Império Serrano, último no carnaval, não foi salvo do rebaixamento e não teve poder de voto, assim como a própria Imperatriz.

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