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Autódromo no Rio pode sair do papel

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O sonho de um novo autódromo no Rio de Janeiro, enfim, começa a dar sinais de que pode efetivamente se tornar realidade. Um grupo de empresas entregou à Prefeitura um projeto para a construção de um circuito em Deodoro, Zona Oeste da cidade. O complexo seria no mesmo terreno cedido pelo Exército, e que nos últimos anos passou por completa retirada de artefatos bélicos não detonados.

Uma das bases do projeto é de que nenhum centavo para a construção seja oriundo de dinheiro público, mas apenas e tão somente privado. O orçamento inicial do novo autódromo do Rio é de R$ 850 milhões. O plano é de que a nova pista seja de nível 1 tanto da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) como da Federação Internacional de Motociclismo, ou seja, com graduação para receber a Fórmula 1 e a MotoGP. A previsão é de que os setores de arquibancada (inclusive naturais) sejam capazes de receber até 80 mil pessoas.

Estão envolvidas no projeto empresas de consultoria (Crown Consulting), gestão esportiva (CSM), e arquitetura (B+ABR Backheuser e Riera), além da Tilke Engineers & Architects, liderada pelo arquiteto alemão Hermann Tilke, responsável pelo projeto de diversos autódromos que compõem o atual calendário da Fórmula 1, como Sochi (Rússia), Yas Marina (Abu Dhabi), Xangai (China), Sakhir (Barein) e Austin (Estados Unidos).

O traçado teria 5.386 metros e 20 curvas, com o desenho feito por Hermann Tilke. Segundo estimativas do alemão, as obras poderiam começar no início de 2019 e terminar no terceiro trimestre do ano seguinte. Uma previsão otimista seria de 16 meses de trabalhos. Além da pista, está prevista a construção de um kartódromo.

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