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DIA DE FESTA NA SAARA SIM. POR QUE NÃO?

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POR HEITOR OLÍMPIO

Segunda é dia de jogo de futebol? Às 11h da manhã? Claro que sim, bebê! É Copa do Mundo, meu amor! Mas pode tomar cerveja nesse horário? Pode fazer um churrasco? Ou é melhor ficar no café e pão na chapa? Faz o que você achar melhor. Segue a sua religião, a sua superstição ou a sua intuição (sei lá se você é médium). Eu fui de café com leite e pão, mas já acenderam, aqui embaixo, a churrasqueira com direito a telão e tudo.

Depois do hino cantado à capela, o time brasileiro trocou de camisa com a seleção mexicana. Isso é verdade, eu vi, não é mentira, eu vi. Estávamos de verde, em campo. Pressionando. Marcação adiantada, e ao som de olé.

É verdade! Eu ouvi! Gabriel Jesus era Javier Hernandez, e assim foi até os 25 minutos quando eu ouvi o Neymar chamar todo mundo e falar “Aí, meus parças, tô achando que a Bruna e a galera lá do Brasil não vão entender que a gente mudou de uniforme. Bora trocar de novo”, continuou, “Ei, Willian! Acorda, parça! Troca a camisa com o Andrés Guardado” depois de três tapas na buzanfã, o ponta direta do Brasil mudou o uniforme com o adversário.

Transvestidos de canarinhos “pistola” e depois de uma rodada de tequila, paga pelo moleque Ney. Agora sim se corrigiu a confusão causada em muitos brasileiros. (esse lance aconteceu rápido, e você que acompanha o jogo pela tevê ou pela Rádio Saara não percebeu, porque eles estavam passando um replay de jogas e faltas cometidas. É verdade, acredita em mim!).

Fim do primeiro tempo. No vestiário o Sr. Adenor, ou Tite para os 207, 7 milhões de imitimos do professor, pediu a palavra e, com sua elegância serenidade, perguntou olhando fixamente para os seus comandados:
– Eu acredito em vocês! Eu acredito em vocês! Eu acredito em vocês ! É só fazer a variação para confundir a marcar, quando vocês fizeram isso a gente melhor. Esquece essa coisa de trocar de camisa com os caras, eles são mexicanos celebram o Dia dos Mortos. Fiquem ligados não quero morrer nas oitavas.

Para finalizar deu três tapas na bundita do “foguetinho” Willian e falou:
– Vamos, foguetinho!

Segundo tempo e o time voltou MUITO melhor! Os seis tapas nas nádegas deixaram o camisa 19 mais rápido e flutuante no jogo, Neymar com mais confiança para tentar as jogadas individuais com a bola no pé, sem reclamar das faltas cometidas, sistema defensivo sólido, consertado, me parece com todo respeito ao Marcelo, que fez bem a entrada do Felipe Luiz ao time.

Aos 5 minutos do segundo, o gol podia ter sido do Gabriel Jesus, mas está com tanta má sorte (sem crédito no celular para ligar para mãe) que furou a bola, mas onde tem azar do outro lado há sorte, o Neymar tava lá para empurrar a bola. Festa na favela! A galera do churrasco gritava. Bebiam, pulavam e festejavam! 1×0

Meu café já tinha acabado, mas não vou beber nada alcoólico por superstição. Vou continuar sem camisa e vestindo um shortinho branco com listas azuis nas laterais e com o número 15 na parte esquerda dele (1+5 =6 É o hexa vindo!)

Na comemoração houve a zoação típica brasileira.

O “profo” Osório não contava com os seus melhores jogadores: Chaves, Kiko, Chapolin e Chiquinha, para mudar alguma coisa no jogo. Na verdade eles ficaram feito o Chavito quando tem um piripaque na Vila. Era a chance da Seleção de matar o jogo antes da Chiquinha jogar água na cara do Chaves.

Aos 26 minutos do segundo, uma cena em que a Bruninha Marquezine não apoiaria o seu namorado(eu acho). A falta o correu, a deslealdade também, mas a mal atuação do menino Neymar no lance foi horrorosa. Bruna, manda ele assistir uns vídeos de atuação, ou fazer o curso de atores do Wolf Maia. Tá precisando!

A festa aqui na Saara e na favela estava frenética. Quando veio o segundo tempo fiquei com pena do GUEIBRUIEL, porque ele não estava mais em campo, e no lugar dele entrou o Firmino que empurrou a bola como um verdadeiro centroavante.

Pintamos o 2×0! Ala, Athos Bucão, pintor, brasileiro carioca que hoje está na timeline do Google. Passamos a Alemanha em número de gols feitos em Copa. Vuvuzela resistindo deste 2010, dita o ritmo das comemorações. Festa na Saara, na favela e na Samara.

Que venha a Bélgica!

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